Há basicamente três (3) tipos de iscas artificiais no mercado: Superfície, Meia água e Fundo.
Superfície – Iscas que possuem flutuação, normalmente com chocalho interno, para irritar os peixes e fazer com que o mesmo ataque a isca. Seu trabalho pode ser bem diferenciado conforme o modelo da isca utilizada. Abaixo alguns dos mais utilizados:
Zaras:
Iscas que nadam em “Z”. Imitam répteis e peixinhos nadando na superfície.
Poppers:
Possuem chanfro na frente, para imitar outro predador caçando.
Sticks:
Característico por utilizar um peso na traseira da isca, fazendo com que ela fique na posição vertical. Imita basicamente um peixe ferido.
Meia água – Iscas que são desenhadas para trabalhar abaixo da superfície da água. Possuem barbela na parte frontal para que a isca afunde durante o recolhimento.
As formas com que as curvas da isca são projetadas determinam basicamente seu movimento, imitando perfeitamente o nado de peixes. Há uma infinidade dessas iscas nas casas de pesca.
Sinking Minnow:
Modelo diferenciado, onde a isca não flutua ao soltar na água.
Shallow Runner:
Iscas de barbela curta que atingem pequenas profundidades. Talves as mais utilizadas e as que mais gosto !!!
Deep Runner:
Iscas de barbela longa, que atingem profundidades altas. Muito utilizadas em pesca de corrico, onde o barco em movimento faz com que as iscas nadem bem fundo. Estas me trazem boas lembranças da pescaria na Argentina....
Crankbait:
Variação da deep runner, porém menor e mais robusta.
Fundo – Iscas que possuem um peso e atingem o fundo de onde se está pescando. Neste modelo destacam-se os jumping jigs, que são feitos basicamente de metal (aço escovado, coloridos e envernizados).
Seu trabalho depende basicamente do pescador. Simples movimentos de ponta de vara com variação de profundidade; Toques de vara com recolhimento de linha instantâneo, etc.
Incentive o nosso esporte. Pesque e solte sempre! Pratique pesca esportiva!!!!
um abraço,
Fábio Bordin - Bim
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